O Dormitório de Lisboa (para Henriqueta de Lisboa)

Luzes enfeitam seu descanso.
Clareiam caminhos de tristeza.

Mármores vizinhos da simplicidade.
Orgulho vencido, perdido no luto.

Visível em estátuas que velam.
O afligir de memórias em vida.

Ao dia revela-se pálido, só.
Não há flores!Somente dúvidas.

Porta de entrada, sem volta
Doce sono do sofrimento!

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